Vamos sem medo de lutar

PCB Foz 22 de agosto de 2018 Comentários
Vamos sem medo de lutar

Aqueles e aquelas que sonham em viver em uma sociedade justa e fraterna, sem exploração e opressão, não desistem de buscar e construir esta sociedade igualitária, não desistem de combater os privilégios e lutar em todos os espaços possíveis. E por isso estamos participando as eleições em 2018: para apresentarmos nossos projetos de construção desta outra sociedade e para fazer suas denúncias da desigualdade e da injustiça social em que vivemos atualmente.

O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), seguindo a aliança estabelecida nacionalmente com o PCB (Partido Comunista Brasileiro), tem como candidata à deputada federal em Foz do Iguaçu e região a Professora Cátia e a deputado estadual o estudante Jhonatan Vieira. São candidaturas construídas conjuntamente com movimentos populares e sociais, como é o caso das Brigadas Populares.

Temos Guilherme Boulos como candidato à Presidência da República, com Sonia Guajajara de vice. Para governador, Professor Piva (professor da rede estadual de educação) e para vice-governadora, Fernanda Camargo (assistente social, servidora do TJ-PR e professora universitária). Ao Senado o partido lançou Jacqueline Parmigiani (docente na Unioeste campus Toledo) e Rodrigo Tomazini (trabalhador da rede estadual de educação).

Nós acreditamos que é preciso fazer da política um espaço em defesa dos direitos da maioria da população (trabalhadores/as, mulheres, negros e negras, LGBTS, sem tetos, sem terra, indígenas, quilombolas, jovens) e por isso apresentamos nossos pré-candidatos/as ao parlamento.

* Em defesa da educação pública
* Pela vida das mulheres
* Contra as opressões
* Pelo direito à moradia
* Revogação da (contra) reforma trabalhista
* Revogação da Leia das Terceirizações
* Revogação do Teto dos Gastos
* Fim do extermínio do povo negro
* Pela vida da juventude
* Pela reforma agrária
* Em defesa da agricultura familiar

Um voto de classe

vamos-sem-medo

 

Durante este aprofundamento da crise econômica e política, de completo esfacelamento do que restou da frágil democracia brasileira, a maioria dos partidos tradicionais ligados ao agronegócio, ao latifúndio, aos grandes empresários, ao setor financeiro, aos setores fundamentalistas (partidos que até mudaram de nome/sigla), além de estarem mergulhados em escândalos de corrupção, propinas e vendas de votos, aprovaram um conjunto de medidas e (contra) reformas que só pioraram a condição de vida do povo trabalhador, sobretudo do povo negro, das mulheres, LGBTs e da juventude desse país.

Essas leis que foram aprovadas – como a (contra) reforma trabalhista; (contra) reforma do ensino médio; lei das terceirizações; congelamento dos investimentos em saúde, educação, segurança por 20 anos; entrega dos recursos naturais como o pré-sal; privatização das empresas públicas; e ainda a tentativa de aprofundar a (contra) Reforma da Previdência – aprofundam o quadro de miséria de violência social, desemprego e subemprego de adoecimento e de uma completa falta de perspectiva e esperança para as gerações futuras.

Esta aliança popular de esquerda que agora apresentamos local e nacionalmente (PSOL/PCB e movimentos) resistiu e resiste nas ruas, nas marchas, nas greves, nas ocupações, nos diversos espaços lutando contra todas as leis que atacam os direitos do povo trabalhador.

Essas organizações não votaram contra a classe trabalhadora nos espaços legislativos e sempre denunciaram os golpes e as negociatas feitas por políticos para retirar os direitos da população. Sabemos que os espaços da política estão cheios dos políticos profissionais que representam os grupos e famílias privilegiadas da sociedade.